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Archive for Jan 2008
O Manual do Zé Carioca é um livro infantil brasileiro lançado pela Abril originalmente em 1974, por ocasião da primeira Copa do Mundo da Alemanha.
A obra teve edições revistas e atualizadas em 1978 e (sob o título Manual da Copa do Mundo, com capas diferentes) em 1982 e 1986. A edição de 1978 foi a última de um manual Disney da série clássica em capa dura.
A maior parte de seu conteúdo foi reaproveitado na Biblioteca do Escoteiro-Mirim e na coleção Manuais Disney (Nova Cultural).
A Rota dos Vinhos do Dão, foi criada em 20 de Setembro de 1995 e inaugurada em 1998 com 17 aderentes (adegas cooperativas, casas e quintas vitivinícolas), contando actualmente com 35 aderentes.
A produção dos vinhos da região está subordinada às condições metereológicas verificadas anualmente. Cerca de 500 000 hectolitros de vinho produzidos em anos normais, apenas 250 000 a 300 000 são susceptíveis de denominação Dão, repartidos por adegas cooperativas, centros de vinificação, produtores-engarrafadores, produtores, vinificadores.
Os vinhos do Dão estão, hoje em dia, em mais de 50 países dos 5 continentes, e os mercados mais representativos são: Dinamarca, Alemanha, França, Holanda, Reino Unido, Brasil, EUA, Macau, Noruega, Suíça, Canadá e Angola.
As castas do Vinho do Dão
As principais castas do Vinho do Dão são entre as Castas Tintas a:
- Touriga Nacional: é a casta mais nobre, dela surgem vinhos com bom teor alcoólico, com aromas intensos, encorpados, com taninos nobres e susceptiveis de longo envelhecimento.
- Jaen: tem um teor alcoólico regular, com aromas intensos de fruta muito madura. Possui taninos de qualidade e de grande macieza.
- Rufete: tem um teor alcoólico regular, confere aos vinhos frescura e um aroma de fruta exótica.
- Alfrocheiro-Preto: confere aos vinhos aromas finos que ganham complexidade com o passar dos anos.
- Aragonez: intensifica os aromas de fruta madura, tem um bom equilibrio marcado pelos seus taninos.
As Castas Brancas:
- Encruzado: entre as castas brancas é a mais nobre. Tem um bom teor alcoólico, com aromas complexos, frescos e relativamente secos.
- Bical (Borrado das Moscas): tem um bom teor alcoólico. aromas complexos e relativamente secos.
- Cercial: possui teores medianos de açucar, tem aromas intensos, delicados e com acidez equilibrada.
- Malvasia-Fina (Arinto do Dão): tem aromas intensos, dominado pelas tonalidades florais e com acidez equilibrada.
A Rota dos Vinhos do Dão, foi criada em 20 de Setembro de 1995 e inaugurada em 1998 com 17 aderentes (adegas cooperativas, casas e quintas vitivinícolas), contando actualmente com 35 aderentes.
A produção dos vinhos da região está subordinada às condições metereológicas verificadas anualmente. Cerca de 500 000 hectolitros de vinho produzidos em anos normais, apenas 250 000 a 300 000 são susceptíveis de denominação Dão, repartidos por adegas cooperativas, centros de vinificação, produtores-engarrafadores, produtores, vinificadores.
Os vinhos do Dão estão, hoje em dia, em mais de 50 países dos 5 continentes, e os mercados mais representativos são: Dinamarca, Alemanha, França, Holanda, Reino Unido, Brasil, EUA, Macau, Noruega, Suíça, Canadá e Angola.
As castas do Vinho do Dão
As principais castas do Vinho do Dão são entre as Castas Tintas a:
- Touriga Nacional: é a casta mais nobre, dela surgem vinhos com bom teor alcoólico, com aromas intensos, encorpados, com taninos nobres e susceptiveis de longo envelhecimento.
- Jaen: tem um teor alcoólico regular, com aromas intensos de fruta muito madura. Possui taninos de qualidade e de grande macieza.
- Rufete: tem um teor alcoólico regular, confere aos vinhos frescura e um aroma de fruta exótica.
- Alfrocheiro-Preto: confere aos vinhos aromas finos que ganham complexidade com o passar dos anos.
- Aragonez: intensifica os aromas de fruta madura, tem um bom equilibrio marcado pelos seus taninos.
As Castas Brancas:
- Encruzado: entre as castas brancas é a mais nobre. Tem um bom teor alcoólico, com aromas complexos, frescos e relativamente secos.
- Bical (Borrado das Moscas): tem um bom teor alcoólico. aromas complexos e relativamente secos.
- Cercial: possui teores medianos de açucar, tem aromas intensos, delicados e com acidez equilibrada.
- Malvasia-Fina (Arinto do Dão): tem aromas intensos, dominado pelas tonalidades florais e com acidez equilibrada.
A Taumatina é o adoçante mais poderoso conhecido. É identificado na indústria alimentícia com as siglas E 957.
È uma mistura de proteínas extraída de uma planta da África Ocidental ( Thaumatococcus daniellii Bennett ), que no organismo se metaboliza como as demais proteinas da dieta. Figura no Livro Guinness dos Records como a substância mais doce conhecida, umas 2000 vezes mais que o açúcar.
É utilizado no Japão desde 1979. Na Inglaterra é usado para adoçar medicamentos, nos USA para adoçar chicletes e na Australia como agente aromatizante. No Brasil é utilizado na Indústria Animal como palatabilizante, para estimular o consumo de alimento (ração), principalmente para suínos.
Frugivorismo é uma forma mais restrita de dieta vegetariana, em que se ingerem apenas frutas. Como em outras dietas, algumas pessoas se consideram frugívoras mesmo não tendo uma dieta constituída apenas por frutos. As razões para isso podem ser porque ainda estão a caminho da dieta total ou por considerarem que o estágio atingido já é o suficiente. Enquanto a ingestão de frutos de uma pessoa representar a maior parte de sua alimentação, ela pode ser considerada (parcialmente) frugívora.
Definições de fruta
Usualmente, o termo “fruta” se refere apenas àqueles que são doces e, ou suculentos, como maçãs, laranjas e bananas. O conceito botânico, no entanto, inclui alimentos chamados de vegetais como o tomate, o pepino além de nozes e grãos.
Entre frugívoros, existem diferentes definições de fruta.
Formas de frugivorismo
Alguns frugívoros se alimentam apenas de frutas (no sentido usual) que caem ou iriam cair naturalmente da planta, ou seja, alimentos que podem ser colhidos sem danificar a planta.
Outros também se alimentam de grãos e sementes, apesar de alguns praticantes do frugivorismo considerarem inadequados tais hábitos.
Além desses, ainda existem frugívoros que incluem vegetais folhosos e raízes em sua dieta.
Justificativas
Diferentes argumentos são usados para defender o frugivorismo. Alguns acreditam que esta seria a dieta natural da humanidade, tomando como base Adão e Eva em .
Outros julgam inapropriado alimentar-se de outros seres vivos, incluindo plantas. Estes defendem o frugivorismo argumentando que a planta teria evoluído para adquirir frutos e facilitar a dispersão das sementes. Ao ingerir frutos, estariam, portanto, ajudando na preservação das plantas.
Além disso, existem argumentos de que a dieta frugívora seria saudável aos seres humanos, por não possibilitar a ocorrência de doenças associadas à ingestão de carne, como a vaca louca, mal de Parkinson e mal de Alzheimer.
Críticas
Como é comum com outras dietas radicais, diversas críticas são feitas ao frugivorismo. Uma delas diz que sementes eliminadas nas fezes só fecundam em contato com solo adequado. Portanto, seria necessário defecar no meio ambiente, hábito não adotado pela maioria da população mundial.
Argumenta-se também que muitos nutrientes considerados como essenciais a uma dieta saudável, não são encontradas em frutas, ou são insuficientes. Como exemplo, têm-se as proteínas; as gorduras ômega-3 e ômega-6, associadas à memória e desenvolvimento cerebral; além da vitamina B12, necessária para o bom funcionamento do sistema nervoso, cuja única fonte não animal é a levedura.
Além disso, na dieta frugívora, é comum a rejeição a frutas amassadas ou danificadas por insetos, apesar de não representarem um risco para a saúde. Dessa forma, haveria uma contribuição para maior má utilização e desperdício de alimentos.
Nos últimos anos, as fibras alimentares ou fibras dietéticas vem despertando grande interesse em pesquisas científicas. Entretanto, a investigação sobre o papel das fibras na dieta no organismo humano não é nova. A propriedade laxativa do farelo de trigo é reconhecida desde o tempo de Hipócrates e foi comprovada por pesquisas científicas realizadas nos anos 30, valorizando o emprego das fibras alimentares para tratar a constipação intestinal.
Nos anos 50, alguns pesquisadores começaram a notar que em coletividades não submetidas aos processos da industrialização de alimentos, os casos de constipação intestinal eram raras, ou mesmo inexistentes.
O interesse de fibras alimentares na dieta surgiram no início da década de 70, com grupos de voluntários na África, pela ação de dois médicos ingleses, Denis Burkitt e Hugh Trowell, onde descobriram que muitas doenças ocidentais eram decorrentes da falta de fibras na dieta. Os nativos eram habituados a refeições ricas em cereais integrais, verduras, frutas e legumes, que muitas vezes o consumo de fibras alimentares chegavam até 150 g/dia, enquanto que em países desenvolvidos o consumo chegava a aproximadamente 15 g/dia ,por este motivo os nativos não conheciam as doenças gastrointestinais e todas as demais enfermidades comuns em países desenvolvidos e subdesenvolvidos, onde a ingestão de alimentos refinados e de origens animais superaram a dos vegetais e alimentos integrais.
A partir deste ponto, os cientistas chegaram a seguinte conclusão; se o homem voltasse à dieta para o qual está geneticamente adaptado, com mais itens vegetais, naturalmente consumiria mais fibras alimentares e menos gordura, trazendo diversos benefícios para a saúde, prevenindo a incidência de câncer e doenças cardiovasculares, que juntas correspondem a mais de 80% de mortes prematuras em países desenvolvidos e subdesenvolvidos como no caso do Brasil.
Com o aumento da expectativa de vida dos brasileiros e ao mesmo tempo o crescente aparecimento de doenças crônicas como obesidade, aterosclerose, hipertensão, osteoporose, diabetes e câncer, está havendo uma preocupação maior, por parte da população e dos órgãos públicos de saúde, com a alimentação. Hábitos alimentares adequados como o consumo de alimentos pobres em gorduras saturadas e ricos em fibras presentes em frutas, legumes, verduras e cereais integrais, juntamente com um estilo de vida saudável (exercícios físicos regulares, ausência de fumo e moderação no álcool) passam a ser peça chave na diminuição do risco de doenças e na promoção de qualidade de vida, desde a infância até o envelhecimento.
O papel da alimentação equilibrada na manutenção da saúde tem despertado interesse pela comunidade científica que tem produzido inúmeros estudos com o intuito de comprovar a atuação de certos alimentos na prevenção de doenças. Na década de 80, foram estudados no Japão, alimentos que além de satisfazerem às necessidades nutricionais básicas desempenhavam efeitos fisiológicos benéficos. Após um longo período de trabalho, em 1991, a categoria de alimentos foi regulamentada recebendo a denominação de “Foods for Specified Health Use” (FOSHU). A tradução da expressão para o português é Alimentos Funcionais ou Nutracêuticos. Segundo a ANVISA, alimentos funcionais são aqueles que produzem efeitos metabólicos ou fisiológicos através da atuação de um nutriente ou não nutriente no crescimento, desenvolvimento, manutenção e em outras funções normais do organismo humano.
Definição
A definição de fibra dietética foi uma fonte de controvérsia científica, onde a FAO em dois relatos consecutivos sugeriram a eliminação do termo “fibra dietética”. Este termo hoje é aceito por consumidores, indústrias alimentícias e por órgãos do governo.
As definições e termos com relação às fibras alimentares são diferentes em diversas partes do mundo.
Existem várias definições para o termo “fibras alimentares”, onde no caso de Burkitt e Trowell definiram fibras como : “Componentes contidos nas paredes das células dos vegetais e que não digeríveis pelo intestino delgado do ser humano, portanto não fornecem energia (caloria).”
Hoje em dia a definição de fibra alimentar foi ampliada, podendo ser classificada como: “polissacarídeo armazenado na célula da planta.” (grupo dos carboidratos).
Em relação à terminologia, a fibra pode ser crua, vegetal ou alimentar. A fibra crua é o resíduo obtido após o tratamento dos vegetais com álcalis e ácidos, sendo um conceito químico e não biológico.
As fibras alimentares derivam-se principalmente de parede celular e de estruturas intercelulares dos vegetais, frutos e sementes, estando associadas a outras substâncias como proteínas, compostos inorgânicos, oxalatos, fitatos, lignina e substâncias fenólicas de baixo peso molecular. Já a maioria dos grãos possuem alto peso molecular.
As fibras possuem excelentes propriedades quando os alimentos ingeridos estão em sua forma natural, ou seja, com a casca, pois o cozimento de verduras e legumes, por exemplo, faz com que tenham muitas perdas das quantidades de fibras, podendo perder sua ação e propriedades.
Apesar de diversas ações benéficas das fibras em nosso organismo, altas doses são desaconselháveis, pois o excesso pode interferir negativamente na absorção de minerais, especialmente Cálcio e Zinco .Não possuem efeito cumulativo, ou seja, são essenciais na dieta.
Dentre todas as virtudes das fibras alimentares, a mais conhecida por quem busca uma dieta equilibrada é, sem dúvida o bom funcionamento do intestino e prevenção de doenças.
Classificação das Fibras Alimentares
Os nutricionistas classificam as fibras dietéticas de acordo com a sua capacidade para se dissolver em água. As pectinas, gomas, mucilagens, e algumas hemiceluloses dissolvem-se em água e por isso são denominadas de fibras solúveis.
A celulose, algumas hemiceluloses e a lignina não se dissolvem em água e por isso são consideradas fibras insolúveis.
Apenas os alimentos vegetais apresentam fibras dietéticas. Entre os alimentos ricos em fibras dietéticas incluem-se os cereais e sementes integrais tais como o arroz integral, a aveia, os legumes tais como o feijão, o grão, as ervilhas, as lentilhas, e de um modo geral as frutas. A aveia integral, os legumes, a fibra de soja, e algumas frutas são ricos em fibras solúveis, enquanto que o trigo integral, e a maior parte das sementes e cereais são ricos em fibras insolúveis.
As fibras solúveis da aveia demonstraram ter a capacidade de ajudar a baixar os níveis de colesterol e por isso têm sido adicionadas a algumas misturas de cereais para pequeno almoço e sumos.
A cultura da Mongólia é bastante homogénea, havendo poucas diferenças no seio da população.
A Mongólia tem o seu próprio grupo étnico, que compreende 85% da população do país, a língua oficial o calca-mongol é falada por 90% das pessoas e 96% da população é budista.
A população da Mongólia ronda os 2,6 milhões de pessoas, 65% dos quais entre os 16 e os 64 anos de idade, apenas 4% da população acima dos 64. O vírus da SIDA não tem uma presença significativa, com apenas 100 pessoas contaminadas em todo o país.
Cada mulher tem 2 a 3 filhos, havendo uma com uma taxa de mortalidade infantil de 6%, a população tem crescido mas tem uma baixa esperança média de vida, apenas 63 anos.
A principal festividade é o Dia da Revolução, conhecido como Naadam, que celebra a data da independência da Mongólia da China, a 11 de Julho. Não se considerando o facto de a Mongólia ter passado a ser parte da União Soviética.
A dieta da população depende da região do país considerada e consiste sobretudo em carne, sendo os vegetais uma novidade na dieta mongol. No sul, consome-se cordeiro e muitos produtos derivados do camelo. Nas montanhas, o bife é muito mais comum. Na capital, Ulaanbaatar, existe uma vasta variedade de comida disponível, a maior parte desta importada.
A manteiga de leite de Iaque é bastante importante para os mongóis, quer como combustível para as lâmpadas, quer como alimento. No passado, como era praticamente a única fonte de combustível, as escolas eram por vezes obrigadas a optar entre ter comida para os trabalhadores e alunos, ou iluminação para se poder ler e estudar.
Acima de tudo, não há figura mais venerada na cultura popular mongol do que Genghis Khan, o fundador do Império Mongol no século XIII. Seu local de nascimento, seus possíveis locais de sepultamento, supostas relíquias pertencentes ao antigo conquistador mongol são celebrados em procissões e feriados nacionais e considerados sagrados - num ponto onde cultura e religião começam a se fundir.
Para ajudar a comparar as diferentes ordens de magnitude esta página lista as temperaturas entre 1000 e 10000 kelvin:
- Temperaturas abaixo de 1000 K
- 1000 K é equivalente a:
Ghanima Atreides, filha de Paul Atreides e sua concubina, Chani. Irmã de Leto Atreides II. Personagem fictícia do universo de Duna e protagonista do terceiro livro da série, Os Filhos de Duna.
Fisicamente, Ghani, como é apelidada, é descrita sendo a imagem da própria mãe, Chani. Quando no útero materno, ela e o irmão, Leto, tiveram a consciência despertada por causa do excesso de especiaria que Chani vinha ingerindo através da dieta Fremen de fertilidade.
Como o irmão e sua tia, Alia, Ghanima veio ao mundo uma pré-nascida, capaz de suportar dentro de si memórias de todas as suas antepassadas. Graças a esse dom, os gêmeos Atreides são temidos tanto quanto respeitados pelas principais organizações do império.